Mãe Beth, Meus Sentimentos...


O vídeo a seguir é uma homenagem a todos aqueles que, de alguma forma, 'perderam' alguém que amavam. Dedico este post, em especial, a Mãe Beth (foto à direita) e toda sua família. Minha querida amiga e irmã do coração, que sofre com a dor da saudade pela perda da sua Mãe. Talvez a dor mais aflitiva que se constitui na separação dos afetos pelo fenômeno da morte. A saudade se alonga nos dias, tanto mais forte quanto mais se demoram os meses e se amontoam os anos. Porém, Nosso Senhor Jesus, após sua morte na cruz, apresentou-se aos apóstolos e aos discípulos várias vezes, em ambientes fechados e ao ar livre, demonstrando que prosseguia vivo. Por isso, somente a oração pode amenizar a longa saudade. Quando oramos a Deus pelos que partiram, eles nos sentem as vibrações, quais se fossem abraços de carinho e, na mesma intensidade, os retribuem, pelos fios do pensamento. Tenha certeza que sua Mãezinha agora alegra outras dimensões e que todos nós haveremos de reencontrá-la na Espiritualidade. Então, diremos adeus aos que permanecem para recebermos um ‘Olá, você chegou!’ Que a Paz e o Amor de Deus estejam com você minha linda amiga! Aceite o meu abraço com todo Brilho do Sol e toda Luz dos Céus! Este é um Click Amigo com todo o meu carinho a você, a sua filha Jenny, a sua linda netinha Laurinha, todos os seus amigos e familiares.

Beijos de Luz nos corações de todos vocês!
Carinhosamente, seu amigo-irmão e filho do coração, Renato Trindade

“Aqueles que amamos não morrem nunca.
Apenas partem antes de nós”.
~ Amado N. ~



Amor, Perdas, Partidas, Saudade, Sentimentos...

Falar em perdas é falar em solidão, tristeza, desesperança, medo. Quando digo perdas, não estou me referindo apenas aos que morrem, mas a todos que, de alguma forma, nos deixam prematuramente, antes que estejamos preparados.

Um amigo que se muda para longe, um namoro interrompido abruptamente e até mesmo um ente querido que se vai, sempre provoca em nós uma sensação de vazio. E por que sofremos tanto mesmo sabendo que estas perdas ou partidas inesperadas são inerentes a vida e que, portanto, não podemos controlá-las?

Não saberia responder com precisão a pergunta acima, mas, o que me parece mais coerente é que nunca estaremos prontos para nos acostumarmos com a falta dos que amamos. Por mais que saibamos que a qualquer instante eles nos faltarão, temos sempre a predisposição em acreditarmos que quem nos ama nunca nos trairia, nos privando de seu afeto, carinho e amor.

Ledo engano. São justamente aqueles que amamos que mais nos machucam com suas partidas inesperadas. Vão-se sem aviso prévio e nos levam a felicidade, a fé na vida, o equilíbrio.

O que fazer então? Não amarmos? Não nos permitirmos gostar de alguém pelo simples fato de seremos, mais cedo ou mais tarde, deixados para trás na vida, entregues às nossas angustias e remorsos por não termos dito tudo ou feito o suficiente por eles?

Creio que não. Se há algo na vida que mais nos trás felicidade é sabermos que somos queridos e não seria honesto nos privarmos de tal sentimento por covardia.

Um amor de pai e mãe, o carinho de um amigo de uma relação a dois deve sempre se sobrepujar ao medo da perda. Porque ela é inevitável; o sentimento, não. Deve ser exercitado todos os dias de nossas breves vidas.

Ele é o que nos move, nos dá o chão para que possamos caminhar pela vida com a certeza de que, haja o que houver, teremos sempre alguém com quem contar, que nos apoiará mesmo nos momentos em que não tenhamos razão.

Esta, meus amigos, deve ser a maior lição deixada pelos que partem sem nos avisar: lembrar-nos que devemos sempre curtir aqueles que amamos com a intensidade proporcional a brevidade de uma vida.

Porque, quando nos faltarem, saberemos que amamos e fomos amados, que demos e recebemos todo o carinho esperado, que construímos um sentimento que nenhuma perda poderá apagar. Este sentimento transcende o espaço e o tempo, não se limita ao contato físico.

Torna-se parte de nós, impregnado em nossa alma, nos confortando nos dias difíceis, sendo cúmplices de nossas vitórias pessoais, norteando nossa conduta, nos fazendo sentir eternamente amados.

Que me perdoem os físicos, mas, neste caso, acredito sim que dois corpos podem ocupar o mesmo lugar no espaço. Basta que permitamos sentir a presença dos que amamos dentro de nós, como se fossem parte de nossa alma. Só assim seremos inteiros.

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  • Nota:
Minhas amigas, Mãe Beth e Jenny,
assinam os blogs Olhos d'Água d'Oxum e Meu Mundo Encantado, respectivamente.
Perfil da Mãe Beth no diHITT
  • Créditos:
Autor | Texto: Renato Trindade, baseado na leitura do texto "Saudades",
da redação do site Momento de Reflexão.
Texto | Destacado: Autor desconhecido.
Digitação | Texto: Renato Trindade.
Fonte | Vídeo: YouTube | Canal de lascagalo.
Fonte | Imagens: Olhos d'Água d'Oxum e www.cs.uwaterloo.ca.
Edição| Imagem: Renato Trindade.